Quantas vezes por dia a sua operação precisa responder à pergunta "essa pessoa é quem diz ser"? Em um banco ou em uma fintech, a resposta define tudo: quem abre conta, quem recebe crédito, quem movimenta dinheiro e quem tenta aplicar um golpe. É por isso que identidade digital é presença garantida nos palcos do Febraban Tech 2026, que acontece de 24 a 26 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo. E é também por isso que a Valid, empresa responsável pela emissão dos principais documentos oficiais do Brasil, leva ao evento a sua plataforma de identificação digital.
Neste artigo, você entende o que é identidade digital no contexto das empresas, por que o tema domina a agenda do Febraban Tech 2026 e como funciona, na prática, a verificação de identidade na Plataforma Valid.
O que é identidade digital?
Identidade digital é o conjunto de dados, atributos e credenciais que representam uma pessoa ou uma empresa no ambiente digital e permitem comprovar quem ela é em uma transação online. Ela inclui desde documentos digitalizados e dados cadastrais até biometria facial, impressão digital e certificados.
Para o cidadão, a identidade digital aparece em aplicações como a Carteira de Identidade Nacional (CIN) e os logins únicos de governo, universo que o blog da Valid explora em como uma plataforma integrada de identidade unifica a jornada do cidadão. Para as empresas, o conceito é mais amplo: identidade digital é a capacidade de verificar, autenticar e proteger a identidade de clientes e parceiros em cada ponto da jornada, do cadastro inicial à transação de maior risco.
Existe uma diferença importante entre dois momentos dessa jornada. A verificação de identidade acontece uma vez, geralmente no onboarding, e responde "essa pessoa é quem diz ser". A autenticação acontece todas as vezes seguintes e responde "essa é a mesma pessoa que se cadastrou". Uma plataforma completa de identidade digital, como a da Valid, cobre os dois momentos.
Por que identidade digital é o tema do Febraban Tech 2026?
O setor financeiro brasileiro digitalizou a porta de entrada. Abrir conta, pedir cartão e contratar crédito são jornadas que hoje começam e terminam no celular. Essa conveniência tem um efeito colateral: a fraude de identidade migrou junto, e ficou mais sofisticada, com documentos falsificados de alta qualidade, golpes de engenharia social e deepfakes gerados por inteligência artificial.
Ao mesmo tempo, a régua regulatória subiu. Processos de KYC (Know Your Customer) no onboarding digital e de KYB (Know Your Business), prevenção à lavagem de dinheiro e proteção de dados pessoais exigem que bancos e fintechs conheçam profundamente quem está do outro lado da tela, com trilhas auditáveis.
O resultado é o dilema que estará em praticamente todos os palcos do Febraban Tech 2026: como aumentar a segurança sem aumentar a fricção? Cada etapa extra de verificação derruba a conversão do funil; cada etapa a menos abre espaço ao fraudador. A resposta moderna a esse dilema não é escolher um lado, é orquestrar camadas de verificação inteligentes, acionadas conforme o risco de cada jornada. É exatamente essa a proposta que a Valid demonstra no evento.
Como funciona a verificação de identidade na Plataforma Valid
A Plataforma Valid reúne, em um único ambiente, os componentes que uma empresa precisa para montar sua jornada de identidade digital. Cada componente funciona de forma independente, via API, ou combinado aos demais em um fluxo orquestrado.

Captura e leitura do documento
A jornada costuma começar com o documento. O OCR captura automaticamente as informações de RG, CNH e outros documentos enviados pelo cliente, eliminando digitação e erro manual. Em seguida, a Documentoscopia verifica a autenticidade do documento em três camadas, analisando biometria, dados e elementos de segurança, o mesmo tipo de análise que separa um documento legítimo de uma falsificação bem feita.
Biometria e prova de vida
Confirmado o documento, é hora de confirmar a pessoa. O ID Check faz a verificação biométrica comparando a selfie do usuário com a foto do documento e com bases oficiais, usando biometria facial, impressão digital e análise de dados. O Hub de Liveness garante que existe uma pessoa real e presente na frente da câmera, bloqueando tentativas com fotos impressas, vídeos gravados e deepfakes.
Dados cadastrais e enriquecimento
Identidade não é só rosto e documento. O Bureau consulta dados de pessoas físicas e jurídicas nas principais bases do país, validando informações cadastrais e sustentando os processos de KYC e KYB exigidos do setor financeiro.
Autenticação e assinatura no pós-onboarding
Depois que o cliente entra, a identidade continua trabalhando. O MFA protege logins e transações sensíveis com autenticação multifator por SMS ou e-mail, e o Assinador formaliza contratos com assinatura digital, fechando o ciclo da jornada sem papel.
O orquestrador: jornadas sem código
O diferencial que a Valid faz questão de mostrar ao vivo no Febraban Tech 2026 é o orquestrador de jornadas. Nele, o time de negócio desenha o fluxo de verificação arrastando e configurando componentes, sem alterar código: pode exigir liveness apenas em transações acima de determinado valor, acionar documentoscopia somente quando o score de risco subir, ou montar jornadas distintas por produto. Segurança calibrada por risco, com conversão preservada.
Identidade digital na prática: o que muda para bancos e fintechs
Uma jornada de identidade bem orquestrada se traduz em três resultados diretos. Primeiro, menos fraude: as camadas combinadas de documento, biometria e dados tornam o custo do golpe alto demais para o fraudador. Segundo, mais conversão: o cliente legítimo passa em segundos por um fluxo que antes exigia dias e idas à agência. Terceiro, compliance sustentável: cada verificação gera registro auditável, o que simplifica a vida dos times de risco e de regulatório.

A Valid sustenta essa entrega com credenciais que poucos players do mercado reúnem: mais de 300 milhões de identidades físicas e digitais emitidas e certificações internacionais ISO 27001, ISO 27701, ISO 9001 e ISO 14298. É a experiência de quem fabrica a identidade do brasileiro há décadas, agora disponível como plataforma.
Identidade digital no stand da Valid: o que ver no Febraban Tech 2026
No stand da Valid no Febraban Tech 2026, as demonstrações seguem o caminho completo de uma jornada de identidade: captura do documento com OCR, análise documental, biometria com prova de vida, consulta a dados e assinatura digital, tudo orquestrado em um fluxo único. O time técnico e comercial estará disponível nos três dias de evento para desenhar, junto com você, a jornada ideal para a sua operação.
Como garantir sua credencial para o evento
O Febraban Tech 2026 acontece de 24 a 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Antes de decidir, vale conferir no site oficial do evento a agenda dos palcos, os palestrantes confirmados e as orientações de acesso ao Distrito Anhembi. A compra do ingresso, com as modalidades disponíveis, é feita na página de inscrição do Febraban Tech. Vale reservar a agenda com antecedência: com seis palcos simultâneos e 289 estandes, a edição de 2026 é a maior da história do evento.
Identidade digital não é mais um projeto, é a operação
O recado que o Febraban Tech 2026 deve deixar é o mesmo que orienta a Valid há décadas: confiança se constrói na identidade. Quem trata a verificação de identidade como uma etapa burocrática perde duas vezes, para o fraudador que passa e para o cliente legítimo que desiste. Quem a trata como jornada orquestrada transforma segurança em vantagem competitiva, com menos fraude, mais conversão e compliance sustentável.
A Valid chega ao evento com a experiência de quem emitiu mais de 300 milhões de identidades e a tecnologia de quem transformou essa experiência em plataforma. Se a sua empresa quer avaliar a própria jornada de identidade antes de agosto, fale com um especialista da Valid e solicite uma demonstração.





