Todo golpe financeiro começa do mesmo jeito: alguém finge ser quem não é. A diferença é que, na era da inteligência artificial generativa, fingir ficou assustadoramente fácil. Um rosto pode ser clonado em vídeo, uma voz pode ser imitada em segundos e um documento falso pode enganar o olho humano. É esse o cenário que coloca o combate à fraude no centro do Febraban Tech 2026, o maior evento de tecnologia financeira da América Latina, de 24 a 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo. E é nesse cenário que a Valid apresenta ao mercado sua camada de defesa: biometria, prova de vida e documentoscopia integradas em uma plataforma de identificação digital.
Neste artigo, você entende como funcionam as principais fraudes de identidade, o que são deepfakes e ataques de injeção, e como a tecnologia que a Valid leva ao Febraban Tech 2026 protege bancos, fintechs e empresas de qualquer setor.
Fraude de identidade: o problema que o Febraban Tech 2026 coloca no palco
Fraude de identidade é o uso de dados, documentos ou características de outra pessoa, reais ou fabricados, para obter vantagem indevida: abrir contas em nome de terceiros, contratar crédito sem intenção de pagar, tomar contas existentes ou lavar dinheiro.
Para o setor financeiro, o prejuízo vai muito além do valor desviado. Cada fraude consumada gera custo operacional de investigação, ressarcimento, atrito regulatório e, talvez o mais caro de todos, dano à confiança do cliente na marca. Ao mesmo tempo, a resposta errada ao problema também custa caro: excesso de fricção derruba a conversão do onboarding e empurra o cliente legítimo para o concorrente.
É por isso que a agenda antifraude do Febraban Tech 2026 não discute apenas bloquear golpes, mas bloquear golpes preservando a experiência. Esse equilíbrio é o fio condutor das demonstrações da Valid no evento.
O que é deepfake e por que ele ameaça o setor financeiro?
Deepfake é um conteúdo sintético, geralmente vídeo, imagem ou áudio, criado por inteligência artificial para reproduzir o rosto, a voz ou os gestos de uma pessoa real com alto grau de realismo. Na prática bancária, o deepfake aparece quando o fraudador tenta passar pela verificação biométrica usando um rosto que não é dele.
Os ataques acontecem por dois caminhos principais. No ataque de apresentação, o golpista exibe algo à câmera: uma foto impressa, uma tela com vídeo, uma máscara. No ataque de injeção, mais sofisticado, ele nem usa a câmera: injeta o vídeo falso diretamente no fluxo de dados do aplicativo, tentando enganar o sistema por dentro. Esse segundo tipo cresceu junto com a popularização das ferramentas de IA generativa e é hoje uma das maiores dores dos times de segurança do setor financeiro.
A boa notícia: as defesas também evoluíram. E elas estarão funcionando ao vivo no stand da Valid no Febraban Tech 2026.
O que é liveness e como a prova de vida barra o golpe?
Liveness, ou prova de vida, é a tecnologia que confirma que existe uma pessoa real, viva e presente na frente da câmera no momento da verificação, e não uma foto, um vídeo reproduzido ou um deepfake.

O Hub de Liveness da Plataforma Valid faz essa validação a partir de uma selfie, analisando sinais que conteúdos sintéticos e reproduções não conseguem imitar de forma consistente. Combinado à análise do canal de captura, o liveness também endereça os ataques de injeção, verificando a integridade do fluxo entre a câmera e o sistema.
O ponto de equilíbrio está na experiência: para o cliente legítimo, a prova de vida é uma selfie de poucos segundos. Para o fraudador, é uma barreira cara de contornar. Esse é o tipo de assimetria que uma boa estratégia antifraude persegue: custo mínimo para quem é verdadeiro, custo máximo para quem não é.
As camadas de defesa da Valid: como a plataforma bloqueia a fraude de identidade
Nenhuma tecnologia isolada segura todos os golpes. A força da Plataforma Valid está na combinação de camadas independentes de verificação de identidade, orquestradas conforme o risco de cada jornada. Quando uma camada é contornada, a seguinte pega.

Camada 1: o documento
A Documentoscopia analisa a autenticidade do documento apresentado em três dimensões, cruzando biometria, dados e elementos de segurança do documento. É a experiência de quem emite os principais documentos oficiais do Brasil aplicada à detecção de falsificações: a Valid conhece o documento verdadeiro melhor do que ninguém, porque é ela quem o fabrica.
Camada 2: a biometria
O ID Check compara o rosto do usuário com a foto do documento e com bases de referência, usando biometria facial, impressão digital e análise de dados. É a camada que responde se o portador do documento é, de fato, o dono dele.
Camada 3: a prova de vida
O Hub de Liveness confirma que a biometria capturada vem de uma pessoa real e presente, neutralizando fotos, vídeos, máscaras e deepfakes, inclusive em cenários de ataque de injeção.
Camada 4: os dados
O Bureau valida as informações cadastrais em bases de pessoas físicas e jurídicas, identificando inconsistências que o rosto e o documento não mostram, como dados incompatíveis entre fontes e sinais de identidade sintética, aquela montada com pedaços de informações reais de pessoas diferentes.
Camada 5: a autenticação contínua
A fraude não tenta entrar só pela porta do onboarding. O MFA adiciona autenticação multifator por SMS ou e-mail nos momentos de maior risco da conta já ativa, como troca de dispositivo, alteração de cadastro e transações atípicas, dificultando o roubo de contas.
Antifraude sem fricção: o papel do orquestrador
Empilhar verificações resolve a fraude e mata a conversão. A resposta da Valid é o orquestrador de jornadas da plataforma, que permite configurar, sem código, quando cada camada entra em ação: liveness em toda transação acima de determinado valor, documentoscopia quando o score de risco sobe, camadas mínimas para jornadas de baixo risco.
Assim, o cliente comum passa por um fluxo leve e rápido, e o esforço de verificação se concentra onde o risco realmente está. No Febraban Tech 2026, o time da Valid demonstra esse ajuste fino ao vivo, montando jornadas de exemplo com diferentes políticas de risco.
O que ver sobre antifraude no stand da Valid no Febraban Tech 2026
De 24 a 26 de agosto, no Distrito Anhembi, o visitante do Febraban Tech 2026 encontra no stand da Valid demonstrações práticas das camadas antifraude: teste de prova de vida na hora, simulação de análise documental, comparação biométrica e a orquestração completa de uma jornada de onboarding segura. A empresa opera com certificações ISO 27001, ISO 27701, ISO 9001 e ISO 14298 e mais de 300 milhões de identidades físicas e digitais emitidas, credenciais que sustentam a conversa técnica com os times de segurança e de risco.
Como acompanhar a agenda de segurança do Febraban Tech 2026
As discussões sobre fraude, biometria e segurança digital se espalham pelos seis palcos do Febraban Tech 2026, que acontece de 24 a 26 de agosto no Distrito Anhembi. A grade de painéis, os palestrantes confirmados e as informações de local ficam no site oficial do Febraban Tech. Para garantir presença, o ingresso é adquirido na página de inscrição do evento.
O golpe evolui todo dia. A defesa também precisa
A fraude de identidade não vai parar de se sofisticar: enquanto houver IA generativa barata, haverá deepfake novo tentando passar pela porta. A diferença entre as operações que sofrem e as que resistem está na arquitetura da defesa, camadas independentes, orquestradas por risco, sempre atualizadas contra o ataque mais recente. É essa arquitetura que a Valid demonstra ao vivo no Febraban Tech 2026, com a credibilidade de quem fabrica a identidade dos brasileiros e a protege há décadas.
Quer testar as defesas da sua jornada antes que o golpe teste por você? Fale com um especialista da Valid e agende uma avaliação da sua operação.





